5 personagens pelos quais a gente não devia se apaixonar (mas se apaixona)

Don Draper (Mad Men)
Don não é bom exemplo de nada. Apesar de ser um dos maiores anti-heróis dos últimos tempos, quem resiste a tanta beleza retrô e bom gosto? Meu namorado fica de cara toda vez que eu digo que tô no crush louco pelo Don (tô atrasada, ainda assistindo a 5ª temporada!). Mas tem como não ficar?

Chuck Bass (Gossip Girl)
Chuck.... <3 Sdds, Gossip Girl. Sdds, adolescência. Chuck começa a série da pior maneira possível, é um arrogante, tem ar de superioridade todo o tempo mas... embaixo de tanta bad vibe mora um coração e MUITO charme. A gente acaba Gossip Girl querendo a voz de Chuck pra despertador e amando ele mais que tudo, apesar dos pesares! 


Alex Vause (Orange is the new black)
Não tinha como não colocar a Alex aqui. Foi por causa dos rolos dela (aka tráfico internacional de drogas rs) que a Piper foi parar na prisão. Ou seja: que sacanagem, cara. O que Piper faz? Fica puta? Bate na Alex? Fica com ela de novo na prisão? Última opção, senhoras. E sabe o que é pior? Eu te entendo, Piper.

Adam (Girls)

Eu odiava o Adam no começo de Girls. "Rústico" demais, grosseiro, super estranho. Parecia que fazia mal pra Hannah e nem gostava dela de verdade. Mas o que é o tempo senão uma grande luva de pelica na sua cara, não é mesmo? Adam é tipo amor verdadeiro, amor eterno e até Kylo Ren ele virou haha! Pra quem já tá vendo a 5ª temporada, Adam tá, ó, bem interessante!

Alex Romero (Bates Motel)
Eu amo Bates Motel! Tem muita gente que acha muito podre, mas eu acho maravilhoso e sou viciada. Alex Romero é o xerife da série. É meio rude, parece sem sentimentos, tem alguns meios de justiça bastante questionáveis, mas no fundo é um cara legal, que tá sempre ajudando nos embolos de Norman e Norma (rainha soberana, porém um pouco psycho). Vou parecer tão psycho tanto ao falar isso, mas não consigo tirar os olhos dos cílios do Sheriff Romero toda vez que ele aparece! Parece que ele tá de lápis, reparem! Ai, deus, não acredito Alex Romero é meu crush, socorr!

Obs: Essas paixões são reservadas apenas à realidade ficcional. Na vida real, merecemos pessoinhas maravilhosas, que não farão a gente ser presa etc e tal hahaha.

E aí, qual é o personagem pelo qual você se apaixonou, mas não deveria? :) Fala aí nos comentários!

Tatuagens literárias


Há quem guarde os livros preferidos na estante, rabisque anotações nas páginas mais interessantes ou grife os textos dos quais mais gosta. Mas há também quem não se contente em manter as palavras distantes e resolva tatuá-las. Se você é uma dessas ou quer só se inspirar, dê uma olhada nessa seleção de tatuagens literárias. Pra desejar, ler e tatuar <3

















Imagens: Reprodução
*Este post, escrito por mim, já foi publicado anteriormente no Site da Revista Tpm.

It's basic, bitch!



Alguma coisa acontece no meu coração... que eu estou fugindo de estampas e cores chamativas e só conseguindo usar o básico do básico.
Olho em volta e vejo que tem muita gente no mesmo mood, já com os olhinhos cansados de tanta coisa e querendo descomplicar, escolhendo um caminho mais minimalista, simples, sem tanta informação - no meu caso, isso tem tudo a ver com querer descomplicar a vida, o que acaba refletindo nas escolhas do que vestir.

Como inspiração pouca é bobagem, separei algumas que preenchem o meu combo básico perfeito: preto/cinza/brancolistrado, tênis e jeans
Pode viver assim?
Imagens: Pinterest
E aí, me conta, você também tá nessa onda? ;)

Eu quero o amor da flor de cactos

Cactos e suculentas são ideais para quem não tem muito tempo, mas mesmo assim não dispensa um verdinho de verdade dentro de casa. Para além dos vasinhos sem graça das floriculturas, dá pra fazer muita coisa legal com o que você já tem por aí - como xícaras, latas e muitas outras possibilidades.

Inspire-se:






Descubra que é possível: três garotas fora dos padrões e Neutrogena


 Ontem a Neutrogena anunciou suas três novas embaixadoras digitais: Paola Antonini, Ju Romano e Georgia Gabriela. Três meninas incríveis e fora dos ~padrões~. A Paola perdeu parte da perna esquerda em um acidente e conseguiu elaborar isso da melhor forma possível, ajudando outras pessoas a aceitarem seus corpos e respeitarem suas cicatrizes; a Juliana Romano é jornalista e uma das principais blogueira plus size do Brasil e tem um discurso super bacana e cheio de auto estima; e a Georgia Gabriela Sampaio é estudante e pesquisa um novo método para diagnosticar a Endometriose e arrasa lá em Stanford. 

Em seu facebook, a Juliana Romano disse:
"Para mim, que achava que nunca seria ninguém enquanto não me encaixasse, é realmente emocionante e quase um sonho fazer parte e ser a voz de uma campanha de beleza internacional como essa. É incrível descobrir que a gente pode ser o que quiser e como quiser!!! Obrigada @neutrogenabr por nos fazer acreditar e descobrir que tudo é possível."
Segundo o site PropMark, "o novo posicionamento da marca tem como objetivo incentivar as mulheres a perseguirem seus sonhos."

Isso é TÃO inspirador e empoderador que eu nem sei por onde começar. É um discurso poderoso, que faz com que a gente, de fato, queira descobrir o que nos é possível - cada uma a seu modo, da forma que achar melhor, encontrando poder nas singularidades.


Meu sentimento em apenas um gif:

Gótica nada suave: Batom preto

Essa coisa de tendência é uma coisa complicada mesmo. A gente torce o nariz, acha que nunca vai usar e quando vê: tá lá, toda trabalhada naquilo.

A verdade é que tudo o que aparece nas revistas, sites e street styles da vida acaba influenciando, sim. Claro que ninguém quer ser refém de tendência alguma, mas sabe que tem um lado bom nisso? Quando a gente se abre para algo que antes não imaginávamos, acabamos saindo da zona de conforto e nos descobrindo em outras coisas.

Vale sempre a reflexão: eu realmente me sinto bem com isso?

Se a resposta for sim, se joga no batom preto e em todo o resto que te fizer felizinha!


Isso pra dizer que tô num caso de amor com batom preto, que tá bombando por aí, e quero agora! Vocês gostam?







Imagens: Pinterest

5 passos para arrasar no brechó

Eu amo brechós. Tipo muito. Só tem um problema quando você descobre o mundo maravilhoso dos brechós: não tem volta. Você nunca mais vai conseguir pagar bastante naquela camisa bonita da loja de departamento sem ter um aperto no coração.
O mais legal dos brechós é que é um belo jeito de consumir de forma consciente. É como um grande ciclo colaborativo: o que eu não gosto mais, você gosta. Você passa pra frente e a coisa anda. O resultado: um monte de peça bacana por um preço mais do que justo. 

Pega as dicas pra arrasar nessa vida brecholística:

1- Não ter preconceito

Não adianta, quem quer apostar em roupa de brechó não pode ter preconceito. Tem muito brechó arrumado e cheirosinho, mas tem uns bem treta também, e eles podem ter uns achados a preço de banana que você não pode ignorar! Então supera isso em prol de uma peça exclusiva. 

2- Garimpar sem pressa

Já superou o passo 1? Então não tenha pressa. Fuce cada arara, procure em tudo quanto é canto. Tem coisas maravilhosas nos confins dos brechós, sério. Ir em brechó correndo costuma não surtir muito efeito. Então vá com tempo e paciência.

3- Enxergar o potencial de cada peça

Nem sempre as peças estão bem cuidadas ou na sua melhor forma. Então é preciso enxergar o potencial de cada uma e ver além das centenas de cabides. Uma boa lavada e customizações, como troca de botões ou pequenas reforças, fazem milagre.

Imagens: Pinterest
4- Olhar bem o estado da peça

Acho que essa é a dica mais importante. Uma amiga já comprou uma camisa de seda que se desmanchou com o primeiro uso, porque estava podre de tão velha! Já vi furos só quando cheguei em casa também. Então dê uma boa olhada (manchas, furos, tecido velho etc.) pra não se surpreender depois.

5- Não comprar por impulso só porque é barato

Essa é meio difícil de seguir, mas tem que ser lembrada! Já comprei muita coisa nada a ver em brechó só por ser barato. Em Porto Alegre, que tem uns brechós maravilhosos, comprei as coisas mais nada a ver da vida: um colete que provavelmente nunca vou usar e um vestido de seda longo, todo transparente. Pareceu incrível ter essas duas peças por menos de R$ 50, mas cheguei em casa e pensei: por quê? Estão na sacola até agora... Então cuidado com a empolgação. Pense e avalie. Não é porque custa R$ 2 que você precisa comprar. Só compre o que realmente for usar :)


Coisas de Outono

Olá, estação preferida!
Pisar em folhas secas

As cores


Poder, finalmente, usar jaquetas <3


Reencontrar os sapatos fechados que estão guardados desde o inverno

Tomar café e chá com mais prazer
Imagens: Pinterest
Essas são algumas das minhas coisas favoritas do Outono. Quais são as suas? :)

Rivalidade feminina: Work, work, work pra parar com isso

           

Ah, a rivalidade feminina... É tão engraçada a forma como sempre tentam fazer com que nós, mulheres, vejamos umas as outras como rivais e não como aliadas.

E isso é tão comum, né? É um discurso muito forte que muitas vezes pegamos como verdade - principalmente quando mais novas. É sempre um clima de competição, de preciso ser melhor que a outra, preciso me destacar, ser ~perfeita~. Já teve post aqui falando sobre a pressão que a gente passa e estamos juntas isso. 
Rihanna deu o recado quando perguntada sobre a rivalidade com Beyoncé. Como se as duas, enquanto influentes mulheres da música, já estivessem automaticamente brigando por um único lugar no pódio. Não é assim e não precisa ser assim. Segundo o Papel Pop:
Além das fotos incríveis, RiRi deu uma entrevista falando sobre rivalidade com Beyoncé. Após o lançamento de “Formation”, da Beyoncé, rolou uma polêmica que o single “Work” chegou para ‘bater de frente’. Rihanna esclareceu os fatos:“É o seguinte, as pessoas adoram se deliciar com coisas negativas. Algo competitivo, alguma rivalidade. Mas eu não levanto todos os dias para fazer isto, pois só eu posso fazer o que faço. E ninguém mais é capaz disto”.Aproveitando a deixa, ela também comentou sobre o papel feminino na mídia.
“As mulheres se sentem poderosas quando fazem algo que era feito para homens, sabe? Isso é libertador, empoderador quando você sente, ‘Bem, eu posso fazer isso também'”. 
Muito rainha, né? 

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